Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Anedotas: Carta de um químico

Carta de amor de um químico

Ouro Preto, Zinco de Agosto de 2006.

Querida VALÊNCIA:

Sinto que ESTRÔNCIO perdidamente apaixonado por ti. Ao deitar-me, quando DESCÁLCIO meus sapatos, MERCÚRIO no SILÍCIO da noite, reflicto e vejo me que sinto SÓDIO. Então, desesperadamente CRÓMIO. Sem ti, VALÊNCIA, a minha vida é um INFERRO. Ao pensar que tudo começou com um ARSÉNIO de mão, CLORO de vergonha. SABISMUTO que te amo, embora não o digas, sei que gostas de um tal HÉLIO e também do HIDROEUGENIO. De ANTIMÓNIO, posso assegurar-lhe que não sou nenhum ÉRBIO e que HABÁRIO para viver. OXIGÉNIO cruel tu tens. VALÊNCIA! Não PERMETAIS que eu COMETAIS algo ERRÁDIO. Por que me fazer sofrer tanto assim, sabendo que tu és a luz que me ALUMÍNIO? Meu caso é CÉRIO, mas não ÁCIDO razão para um ESCÂNDIO social. Eu soube que a PLATINA contou que te EMBRÓMIO com esse NAMOURO. MANGANÊS, deixa-te disso e não acredita NIQUELA disser, pois sabes que nunca agi de modo ESTANHO contigo. Aliás se não tiveres arranjado outro ANGONIOMENTO, procura um ADVOGADOURO e me METAIS na cadeia. Lembra-te porem que não me SAIS do pensamento.
ABRÁCIDOS COMOVIDROS deste que muito te ama, MAGNÉSIO.

publicado por Odracir às 19:00
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